Ora se não é um pequeno banho de água fria que o Black Shark 3S venha com o mesmo Snapdragon 865 em vez da versão Plus com que muitos já começam a chegar ao mercado! Mas descansem, o oito-seis-cinco tem ainda muito sumo para oferecer a o Black Shark 3S cumpre o seu papel de ser um refresh de meio ciclo.

A maior mudança pode bem ser o novo ecrã que, mantendo as 6.65 polegadas e resolução, introduz agora uma taxa de atualização de 120Hz, por comparação aos 90Hz originais, enquanto mantém também o sampling de toque nos 270Hz.

Por dentro, apesar de se manter o Snapdragon 865, existem algumas mudanças, já que agora temos RAM LPDDR5 e armazenamento UFS 3.1, o que dá uma folga extra em caso de apertos. As configurações serão para já apenas duas 12/128 ou 12/256GB, com uma versão com 512GB a chegar mais à frente.

No restante, contamos com as mesmas especificações do Black Shark 2. Assim, contamos com as mesmas câmaras em triângulo, com uma unidade de 64MP acompanhada de uma ultragrande angular de 13MP e um sensor de profundidade de 5MP. A bateria é a mesma unidade de 4729mAh com carregamento de 65W que permite repor a energia em 38 minutos (mais do que eu consigo repor com o intervalo do almoço, diga-se). Através do já conhecido adaptador magnético podemos ainda carregar a 18W.

O Black Shark 3S tem ainda alguns truques, como zonas sensíveis ao toque no ecrã para serem configuradas para diversas ações, a possibilidade de macros para os jogos ou comandos de voz para ativar a gravação de ecrã.

Finalmente, contamos com a já expectável ventoinha externa para ajudar o dissipador interno a espalhar o calor do abuso que pretendemos dar a este smartphone.

O preço é muito razoável, perto de €490, antes de impostos, taxas de importação e tudo o resto que nos come a carteira.

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