Se me acompanham, sabem que não sou um fã do design derivativo da série Motorola P, que se iniciou em 2018 com o P30. No entanto, a Lenovo perseverou com esta família de smartphones e com as especificações que conhecemos hoje, a Lenovo está certamente no bom caminho.

Vejamos: a maior novidade é mesmo o processador, na forma do Snapdragon 675, um novíssimo chip da Qualcomm que incrementa o Snapdragon 670 com um motor de inteligência artificial e novas implementações para melhorar a performance da gráfica, à semelhança da GPU Turbo da Huawei. O processador aposta igualmente nos núcleos Cortex A76, sendo somente o segundo processador anunciado com estes núcleos. Finalmente, o Snapdragon 675 aposta em litografia de 11nm para uma relação qualidade-preço elevada e boa eficiência energética.

A por si só, este processador garantirá que o P40 terá uma performance significativamente superior à do seu antecessor, munido do Snapdragon 636. De realçar que o terminal terá ainda 6GB de RAM e 128GB de armazenamento interno, o que não é nada mau. O ecrã, esse, será uma unidade de 6.2 polegadas com notch em gota de água.

Nas câmaras, reforça-se a presença de um sensor de 48MP emparelhado com um de 5MP, enquanto a câmara frontal será de 12MP.

Finalmente, a bateria será de 4312mAh, e o sistema operativo será o Android Pie.

São razões de excitação para a gama média e em particular para os fãs da Motorola, que terão aqui um bom rival para equipamentos como o Huawei Nova 4, ou o especulado Xiaomi Redmi Pro 2. Tendo em conta a boa relação qualidade-preço por que a Motorola geralmente pontua, este será mesmo um dispositivo competitivo.

Mas chegará ao mercado mundial? Poderemos ficar a saber já em dois meses, durante o MWC de Barcelona!

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