Se o Governo da República se comprometeu a chegar aos 33% de mulheres em cargos de direção, empresas existem que superam já este objetivo, sem necessitar de esperar por incentivos. Uma empresa líder em consultoria de Tecnologias de Informação e Processos de Negócio, a Mind Source encontra-se neste momento com 50% de mulheres nos seus cargos diretivos.

Se bem que as Tecnologias de Informação tenham durante largos anos sido dominadas pelo sexo masculino, as políticas de igualdade de género e combate às desigualdades e disparidades sociais significam que a empresa conseguiu atingir a paridade em cargos de direção, ainda que no global as mulheres representem 35% da sua força de trabalho.

A estratégia da Mind Source passam por um código de ética sem tolerância para o assédio ou discriminação no local de trabalho, postura que se aplica igualmente ao recrutamento que não discrimina entre sexos. Distinguida pelo 10º ano consecutivo como uma das melhores Empresas Portuguesas para Trabalhar, esta verdade aplica-se tanto a homens quanto mulheres.

Ana Candeias, Business Director da Mind Source, explica que “a promoção de
igualdade de géneros da Mind Source é um argumento que não apenas permite que a empresa cumpra um dos mais justos desígnios nacionais, como a distingue como uma organização que elege a meritocracia como pilar base da sua política de recursos humanos, retenção de talento e progressão na carreira, não olhando elementos como o género. Nesta casa, mulheres e homens têm as mesmas responsabilidades, mesmos privilégios, mesmas oportunidades e mesmas remunerações”.


Rui Reis, Executive Director da Mind Source afirma que “o facto de a Mind Source
estar à frente da meta estipulada pelo Governo não é um objetivo traçado pela
empresa, mas acontece naturalmente com a aplicação das políticas de igualdade que a
empresa promove“. O mesmo responsável assegura que “a Mind Source assume
abordagens de igualdade de oportunidades e remuneração entre os seus
colaboradores homens e mulheres – um argumento profundamente enraizado no
nosso ADN e do qual não abdicamos”.

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