Querem mais ecrãs? Precisam mesmo de mais ecrãs? Se a resposta é “sim”, o Aurora 7 é uma hidra de múltiplas cabeças: são ao todo sete ecrãs desmontáveis que levam mais longe o conceito de computador “portátil”.

Sete ecrãs? Pá, isso é para meninos! Está bem, está bem: quem estiver absolutamente concentrado na dominação mundial necessita de pelo menos 20 ecrãs, mas 7 ecrãs é efetivamente um valor impressionante, considerando que já nos deixamos impressionar por computadores com dois ecrãs como o ASUS ROG Zephyrus Duo, ou o Lenovo ThinkBook Plus Gen 2.

A Expanscape quis ir mais longe com o protótipo do Aurora 7, munindo-o então com 7 ecrãs muito especiais. Uma vez preparados para funcionar posicionam-se na vertical e lateral uns dos outros e são perfeitamente articulados, oferecendo uma oportunidade excecional para multitasking.

Os monitores em si mesmos são idênticos aos pares. Assim, os monitores 2 e 3, que se encontram nas laterais na vertical são unidades WLED de 17.3 polegadas com resolução 3.840 x 2.160 e taxa de atualização de 60Hz, além de. Os monitores 1 e 4 são idênticos, mas localizam-se na horizontal, portanto são 16:9 em vez de 9:16.

Sobre os dois ecrãs verticais laterais encontramos dois monitores mais pequenos, de 7 polegadas com resolução 1.920 x 1.200 e rácio de 16:10. Onde está o último ecrã? Bom, está mesmo no apoio de mãos!

Por dentro, o Aurora 7 é igualmente bestial. Duas versões existem: uma com Intel i9 9900K e gráfica NVIDIA GTX 1060, outra com um AMD 3950X com gráficas NVIDIA RTX 2070. Poderemos ter 64GB ou 128GB de RAM, o que é fabuloso, e armazenamento de 2TB, enquanto que a autonomia pode ser ameaçada por tanto ecrã, mas enquanto o portátil inclui uma bateria de 82Wh, os monitores têm outra bateria de 148Wh.

Quem quereria um portátil deste tipo? Bom, na verdade muitas pessoas. Developers e outros profissionais trabalham frequentemente com múltiplos ecrãs e necessitam de inúmera informação no seu campo visual, mas três e mais monitores significam uma logística impressionante e uma secretária desarrumada.

O Aurora 7 pode ser por isso uma alternativa muito importante para profissionais em teletrabalho ou móveis, que não possam dar-se ao luxo de perder a capacidade de trabalho, nem de empacotar meia dúzia de componentes de cada vez que terão que se deslocar. Um portátil de 4″ de espessura e 12Kg de peso parece uma pechincha por comparação a tudo isto.

Se ficaram com água na boca, o único problema é que para já o Aurora 7 é apenas um protótipo ainda em desenvolvimento pela marca. Chegando ao mercado será certamente um equipamento de eleição para profissionais de elite.

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