Hoje em dia ninguém coloca em causa a distância que já percorreram os ratos de gaming wireless, mas a recarga sempre foi um problema. Por mais duradouros que sejam, não há como evitar aquele momento em que a carga simplesmente já não está no nível de que precisamos. Para o gamer distraído, o novo Razer HyperFlux será por isso uma bênção.

Desde que não se esqueçam do tapete do rato, sem o qual o rato não será operacional!

Um pouco como no caso da Logitech Powerplay, a tecnologia HyperFlux depende exclusivamente do tapete para a alimentação do rato, mas no caso da HyperFlux o rato nem sequer tem bateria própria. Em vez disso, o próprio tapete fornece enegeria continuamente para o rato.

Por seu turno, esta abordagem dispensa uma bateria interna, pelo que o raro será mais leve e manobrável sem fadiga, podendo explorar novos factores de forma e funcionalidades. Complementarmente, a bateria não se esgota: enquanto houver um tapete por baixo, o rato tem sumo.

As desvantagens são que precisamos ter sempre aquele tapete connosco e a beber energia a partir do computador. Caso nos esqueçamos do tapete, no entanto, estaremos servidos, desde que não nos esqueçamos do cabo alternativo para ligar o rato directamente ao portátil ou desktop.

Se me perguntarem, ambos os sistemas terão os seus adeptos. Não vejo nada de intrinsecamente inferior em qualquer um dos dois, dependendo do perfil do gamer e dos compromissos que cada um quer assumir.

Actualmente, a gama HyperFlux inclui o rato Mamba HyperFlux e o tapete Firefly HyperFlux, que custarão $249 em conjunto.

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