Eis a história resumida, caso não estejam dentro do assunto: recentemente o Japão retirou a Coreia do Sul de uma lista de países para os quais as exportações teriam prioridade, com a consequência de que doravante qualquer exportação para o país Asiático pode ter que esperar 90 dias até receber autorização. Em causa estão os diferendos entre Coreia e Japão quanto ao tratamento de trabalho escravo durante a Segunda Guerra Mundial, com uma recente decisão judicial Coreana a obrigar a Nippon Steel a compensar financeiramente ex trabalhadores forçados.

As consequências podem ser graves para as indústrias Coreanas, ainda muito dependentes de componentes Japoneses e pensa-se que o embargo estará a afectar mesmo o lançamento do Samsung Galaxy Note 10. No entanto, a Samsung está agir rapidamente e terá aparentemente pedido aos seus fornecedores para armazenarem pelo menos 90 dias de componentes até 15 de Agosto, com a Samsung a custear as aquisições extras.

Com esta medida, a Samsung pretende garantir que a produção do Note 10 terá com que se manter a largo passo por pelo menos 3 meses extras, mesmo na eventualidade de uma escalada na guerra comercial entre Japão e Coreia.

O Japão, que neste caso parece ter tirado uma má lição do livro Trump de ideias tolas, conseguirá acima de tudo prejudicar-se a si mesmo, à medida que a China conquistará o espaço deixado em branco pela Samsung por um lado, e pelos componentes Japoneses, por outro.

 

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