A administração Trump não mostra sinais de livrar a Huawei de figurar na sua lista negra de empresas e entidades com as quais as empresas do país estão proibidas de negociar. No entanto, as extensões de 90 dias continuam a acontecer e a mais recente notícia neste campo é que a Microsoft obteve licença para negociar sofware de mercado de massa com a Huawei.

Como consequência direta da impossibilidade de obter licenças para sotware Microsoft, incluindo Windows, a Huawei tem lançado diversas versões Linux dos seus MateBook, mas essa não é claramente a solução ideal para um mercado de massas.

A licença será uma licença sem prazo, não estando submetida à extensão da licença de comércio da Huawei, o que não quer dizer que no futuro não possa ser novamente anulada.

Mais preocupante é mesmo a inexistência de uma licença para a Google, levando a Huawei a lançar dispositivos sem os serviços Google, com peso claro no seu crescimento fora da China, mas também na Google que poderá ver a Huawei lançar um sistema operativo alternativo. É certo que a administração Americana tem receios que a Huawei sirva de porta de entrada para espionagem Chinesa, mas com a Huawei a não comercializar smartphones nos EUA, e a alternativa de um sistema operativo fora das mãos da Google ser muito mais perigosa, a administração Trump está a correr um risco enorme.

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