Porquanto os bancos online são cada vez mais uma opção para os clientes que dispensam as burocracias dos bancos tradicionais, a segurança é uma preocupação crescente e permanente quando dependemos dos canais digitais para todas as nossas operações. Com a pandemia, assistimos a um acréscimo dos ciberataques em todas as suas formas, e a atenção à segurança e combate à fraude online são os elementos diferenciadores de uma instituição financeira moderna. Atento a estas tendências e procurando proteger os seus utilizadores o WiZink investou mais de 6 milhões de Euros em reforço de políticas de segurança e dos seus sistemas de combate à fraude.

Do comunicado de imprensa:

O Banco digital WiZink realizou um forte investimento, acima dos seis milhões de euros, nos últimos dois anos, reforçando os seus sistemas de segurança digitais para combater a ciberfraude, especialmente o Phishing. Assim desde 2019, com o referido aumento em Portugal, o orçamento anual para esta área aumentou em 266%.

Nos últimos dois anos, observou-se um grande aumento dos casos de Phishing reportados no mercado português, o que colocou um desafio ao WiZink, à semelhança do resto do mercado nacional. Situações como o Phishing[1], ou outrostipos de fraudes cibernéticas, são transversais a todos os sectores, nomeadamente aos que atuam no mercado num modelo que inclui canais digitais (Homebanking & App) com grande peso no modelo de interação com os seus clientes.

Este é o caso da banca, que aumentou os seus casos exponencialmente durante o período da pandemia pelo Covid-19. À semelhança do resto do mercado, o WiZink viu-se obrigado a responder ao desafio do combate ao cibercrime numa maior escala, tendo reforçado o investimento e a aposta na educação financeira dos seus clientes. 

O Banco tem realizado todos os esforços ao longo dos últimos anos para combater as novas formas de fraude associadas ao mundo digital, trabalhando com os líderes de mercado na segurança da sua plataforma, oferecendo uma resposta eficiente contra o fenómeno crescente da ciberfraude”, explica Inês Medina, Country Manager do WiZink em Portugal. “Este é um combate diário que travamos internamente no WiZink e em todos os sectores digitais, tendo o Banco implementado várias medidas de proteção à fraude cibernética. Apesar disso, sabemos que a educação financeira digital da sociedade é a verdadeira chave contra os criminosos que cometem fraudes cibernéticas”, acrescenta.

Entre as medidas implementadas pelo WiZink para ajudar seus clientes a protegerem-se contra fraudes cibernéticas, destacam-se os alertas por SMS para transações realizadas online; a colaboração com a Paywatch, parceiro do Banco e líder de mercado em soluções de prevenção e deteção de fraude; o serviço de vigilância digital que rastreia e bloqueia sites fraudulentos

que se tentam passar pela sua marca e cometer fraude; a adoção de autenticação forte, conforme a Diretiva Europeia de Serviços de Pagamentos (DSP2); a criação da unidade de apoio especializado ao cliente que ajuda na recolha de informação necessária para a investigação  do Departamento de Fraude dos potenciais casos de Phishing. A par destas medidas, o WiZink dá conhecimento das situações de fraude às autoridades, disponibilizando toda a sua colaboração.

O Banco conta com um sistema robusto, assegurando que os dados dos seus clientes, guardados na plataforma interna, estão protegidos, mas é absolutamente imprescindível que os usuários não forneçam as suas credenciais a terceiros – de nenhum tipo. Todos os clientes recebem mensalmente avisos em diversas plataformas, por email, no Website do Banco, ainda via App WiZink e redes sociais, alertando para não fornecerem os dados pessoais a terceiros, salvaguardando a sua proteção e a proteção das suas credenciais. 


[1] O Phishing é uma técnica de crime cibernético que usa fraude, truque ou engano para manipular as pessoas e obter informações confidenciais.

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