A pandemia era talvez o mote necessário para repensar um modelo de trabalho criado na Revolução Industrial e já nada otimizado para as possibilidades tecnológicas do mundo atual. A revolução dos locais de trabalho foi acelerada em muitos setores económicos e abriu novas portas, novos hábitos. A Mind Source, especialista em Consultoria de Tecnologias de Informação e Processos de Negócio traça-nos o que serão as tendências dos workplaces do futuro.

Futuro mais próximo: a pandemia obrigou as empresas e as pessoas a reinventarem formas de trabalho e de vivência.  A pandemia e as suas implicações aceleraram a grande maioria dos processos ligados ao “futuro do trabalho” e impôs às empresas uma estratégia ainda mais focada nos profissionais. Este investimento em recursos humanos e na retenção de talentos é hoje mais importante que nunca. As pessoas são decisivamente o ativo mais valioso das empresas, e esse argumento tornou-se mais claro com o cenário COVID-19.
 
A afirmação do modelo híbrido: longos meses de testes e experiências deram a conhecer uma conclusão que é – salvo algumas exceções – unânime. O novo modelo de trabalho é híbrido, proporcionando aos colaboradores a flexibilidade necessária para equilibrarem a sua vida pessoal com as exigências e os deadlines dos projetos profissionais. Esta foi, de resto, uma das conclusões do estudo realizado em 2020 pela Mind Source, durante o primeiro confinamento.
 
Novas tecnologias têm um papel a dizer: na implementação do modelo híbrido, a tecnologia assume um papel de primeira linha como enabler de cenários produtivos que beneficiem todos – empresas e colaboradores. Vai verificar-se um aumento do ritmo de transformações tecnológicas, com a disseminação de tecnologias inovadoras como a inteligência artificial, o aumento de automação e a democratização total de colaboração digital.
 
Responsabilidade social na linha da frente: a responsabilidade social acolhe, com as implicações óbvias da vida e do trabalho em pandemia, uma relevância renovada. No contexto atual, a forma como as empresas lidam com as suas equipas e como embutem esta responsabilidade no seu modus operandi pode ser amiúde o elemento diferenciador face a outras organizações. No caso da Mind Source, esta responsabilidade social está – não só mas também – materializada na igualdade de oportunidades (valorizando a diversidade e a igualdade de género) e na adoção de planos de apoio aos seus colaboradores numa altura particularmente exigente para todos.
 
Rui Reis, Executive Director da Mind Source sublinha que “a Mind Source cedo começou a interpretar os indicadores que o primeiro confinamento deu a conhecer. Percebemos rapidamente que o paradigma de trabalho iria alterar-se mais rapidamente que o esperado e estamos já a implementar os processos e tecnologias que permitem às nossas equipas e aos nossos clientes encararem com otimismo as implicações das novas formas de trabalharmos”.

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