A Intel pode continuar a ser o maior nome no mundo dos processadores, mas tem no seu currículo uma mancha negra na sua incapacidade de reduzir os seus processos litográficos para acompanhar as tendências de mercado. Com um grande atraso ainda assim, já vamos com dois anos de litografia de 14nm enquanto a AMD já chegou aos 7nm e os processadores mobile são ainda mais pequenos.

Incapaz de conseguir fazê-lo sozinha, a Intel aliou-se a um especialista, a TSMC e, com isso, em 2021 veremos os primeiros processadores Intel fabricados em litografia de 5nm, começando pelos Intel Core i3 da futura família Alder Lake, a apresentar mais lá para a frente. Estes deverão ser processadores com arquitetura híbrida, já que incorporarão diferentes microarquiteturas nos seus núcleos, uns para rendimento, outros para eficiência energética, ao estilo dos processadores mobile. Pensemos que os processadores ARM estão a entrar no espaço dos portáteis e, por isso, esta opção faz sentido.

O objetivo de começar este ano nos 5nm é já em 2022 fabricar os futuros processadores em 3nm, conseguindo finalmente chegar ao estilo de miniaturização e eficiência energética comparável aos processadores mobile.

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